Os estados, os municípios e o Distrito Federal poderão pegar mais crédito sem garantia da União. Em reunião extraordinária nesta terça-feira (5), o Conselho Monetário Nacional (CMN) remanejou os limites de crédito disponíveis para os governos locais em 2026.
A medida não aumenta o total de recursos autorizados, mas redistribui os valores para facilitar o acesso a empréstimos, especialmente aqueles sem garantia da União.
Com a decisão, governos locais terão mais espaço para contratar crédito diretamente com bancos, sem depender do aval do governo federal.
O limite total de crédito permitido para o setor público em 2026 continua o mesmo: R$ 23,625 bilhões. A mudança foi interna, ajustando como esse valor é dividido.
O principal ponto foi o aumento do limite para operações sem garantia da União, que passou de R$ 4 bilhões para R$ 5 bilhões.
Esse tipo de operação costuma ser mais ágil, pois não depende de aprovação federal, mas exige maior capacidade de pagamento por parte dos estados e municípios.
Para aumentar esse limite, o governo remanejou recursos de outras áreas dentro do mesmo orçamento:
Ou seja, não houve aumento de gastos, apenas uma redistribuição dos valores já existentes.
Alguns limites importantes foram mantidos:
O objetivo da medida é atender à demanda crescente por crédito direto por parte de estados e municípios, permitindo:
A decisão entra em vigor após publicação oficial e faz parte da gestão anual dos limites de endividamento do setor público.
Economia Ocupação de pessoas 60+ sobe 53% em 10 anos; ritmo supera o dos jovens
Economia Setor de serviços cresce 1,2% em abril, primeira alta em seis meses
Economia Governo estuda devolução de celular roubado nos Correios, diz Lula
Economia Governo registra Pix como marca de alto renome no INPI
Economia "Brasil não abaixa a cabeça", diz Durigan ao defender soberania e Pix
Economia Exército mantém patrulha de fronteiras mesmo com bloqueio do orçamento Mín. 21° Máx. 30°
Mín. 20° Máx. 33°
Parcialmente nubladoMín. 21° Máx. 34°
Parcialmente nublado