A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta terça-feira (17) dois deputados federais e um suplente do PL pelo crime de corrupção passiva.
Por 4 votos a 0, o colegiado formou placar unânime para aceitar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares.
Conforme a acusação, entre janeiro e agosto de 2020, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).
O voto do relator, ministro Cristiano Zanin, prevaleceu no julgamento. Zanin disse que há provas robustas de que os acusados cometeram crime de corrupção passiva ao solicitarem o pagamento de propina ao então prefeito do município José Eudes, que denunciou o caso.
O entendimento foi seguido pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino.
O colegiado também decidiu absolver os réus da acusação de organização criminosa.
A sessão de julgamento prossegue para a definição das penas dos condenados.
Justiça STF dá 60 dias para big techs cumprirem regras definidas pela Corte
Justiça Toffoli vota para conceder 60 dias para big techs implementarem regras
Justiça STF: sem salário e FGTS, terceirizados da comunicação entram em greve
Justiça STF pode barrar medidas do Congresso para aumentar gastos, diz Gilmar
Justiça STF suspende análise de recursos apresentados pelas big techs
Justiça Senado aprova Benedito Gonçalves como novo corregedor do CNJ Mín. 21° Máx. 31°
Mín. 20° Máx. 32°
Chuvas esparsasMín. 20° Máx. 34°
Tempo limpo